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Rede Bioclínica é destaque em Congresso Cearense de Oftalmologia

A Rede Bioclínica se fez presente e contribuiu de forma significativa no XVII Congresso Cearense de Oftalmologia, realizado entre os dias 20 e 22 de outubro no Marina Park Hotel. Dez médicos e vários funcionários se fizeram presentes buscando trocas de experiências e acúmulo de conhecimento.

Os destaques ficaram por conta da doutora Aryla Almeida e do doutor Alexis Galeno que apresentaram trabalhos na programação do congresso.

Doutora Aryla levou um estudo de caso que ela identificou nos atendimentos que faz em Quixadá, cidade do Sertão Central do Ceará, distante 149 km de Fortaleza. O caso descoberto sugere a possibilidade de haver relação entre glaucoma agudo e febre chikungunya. Depois de identificar a primeira ocorrência, a doutora afirma ter encontrado mais dois casos na mesma localidade durante seus plantões.

Ela alerta, no entanto, que não é possível estabelecer certezas sobre o assunto, pois não há nada registrado na medicina e que somente pesquisas futuras minuciosas podem atestar se há mesmo uma relação entre as duas doenças. “Não tem nada descrito na literatura, é uma coisa muito nova. E ninguém sabe se a longo prazo vai ter relação ou não, é preciso estudar mais. É apenas um alerta sobre um assunto para vermos se tem relação”, argumenta.

Estudando o campo visual

O doutor Alexis Galeno, por sua vez, ministrou um curso sobre campo visual voltado para profissionais da oftalmologia. O exame é importante, segundo o médico, porque pode ajudar no diagnóstico de doenças que afetam, principalmente a retina. “O exame de campo visual tenta medir como tá a amplitude de visão de cada olho do paciente. Existem algumas doenças que conseguem afetar de forma específica o campo de visão”, explica.

Galeno fala da importância de dominar as técnicas de realização do exame, uma vez que é um procedimento  com certo grau de subjetividade. “O paciente é quem vai dizer se está enxergando ou não. É um exame que depende do paciente, ele tem que estar concentrado. É um teste onde o paciente vai responder a estímulos de forma que a gente vai tentar mapear como tá o campo de visão dentro de determinada patologia”, diz.

Segundo Alexis Galeno, o glaucoma é uma das doenças que mais afetam o campo visual, mas não é a única. A catarata é outro exemplo disso. “Se você tem uma doença que afete qualquer área da retina, também pode repercutir no campo visual”, arremata.   

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